diagnóstico

  1. Desvendando a hemofilia: características e dados do sangramento prolongado

    A hemofilia afeta a coagulação do sangue e pode ser identificada pelo sangramento persistente, por um trauma, ou um sangramento sem razão aparente. Definida principalmente por sangramentos musculares ou articulares, pode ocorrer também após procedimentos médicos ou odontológicos. No caso leve, os sintomas podem se manifestar. Quando é moderada, há maior propensão a hematomas, mas também pode não haver manifestação de sintomas.

    Nas articulações, na maior parte dos casos, ocorre no tornozelo, joelho ou cotovelo. Também, no ombro, pulso ou quadril. Nos músculos, se caracteriza pela dor forte, aumento de temperatura e dificuldade de movimento. A razão predominante é a mutação genética em parte do cromossomo X passada das mães para os filhos do sexo masculino, mas também ocorre em uma sequência familiar, em diferentes gerações e parentescos. Por isso, é determinada como uma doença genética e hereditária.

    Ser hemofílico não significa sangrar mais que outras pessoas. A hemofi

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  2. Fevereiro Laranja, leucemia e doação de medula óssea

    O diagnóstico precoce é sempre um fator determinante no sucesso e tratamento de condições. Por isso, as campanhas de conscientização têm um papel de grande relevancia na divulgação de informações, reconhecimento de sintomas e métodos de cura. Fevereiro Laranja é a campanha que coloca em pauta a leucemia e a doação de medula óssea durante um mês, demonstrando as dificuldades enfrentadas por pacientes que confrontam a dificuldade na procura por doadores de medula óssea compatíveis. A médica hepatologista Maria do Carmo Favarin, entrevistada pelo Grupo Total, explica de modo didático o que é a leucemia, as diferenças que existem entre os casos e suas classificações. Confira os principais sintomas, diagnósticos e etapas fundamentais para consolidar tratamentos adequados aos pacientes, e entenda como a doação de medula óssea é decisiva:

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