Saúde mental

  1. Saúde Mental nas Crianças é o tema da primeira Entrevista Total

    Nosso blog está muito especial hoje! Começamos com uma série de entrevistas com profissionais da saúde que trarão informações valiosas para você em seus segmentos. Começando o quadro Entrevista Total, unimos a Semana das Crianças com a comemoração do Dia Mundial da Saúde Mental, que é comemorado amanhã, dia 10 de outubro, e convidamos a neuropediatra Marili Coelho para falar sobre o desenvolvimento mental das crianças, desde o nascimento, quais as consequências da pandemia de Covid-19 para os mais novos e como os pais podem driblar a quarentena junto a seus filhos. 

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  2. Setembro Amarelo e a importância da prevenção do suicídio

    Tudo sobre a Campanha Setembro Amarelo está no Blog da Drogaria Total.  Veja mais sobre a origem da data, ações de conscientização e dados relacionados ao suicídio. Saiba também como buscar ajuda. Acesse agora e leia o conteúdo completo.

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  3. Quais serão as fobias consequentes da pandemia

    A pandemia de Covid-19 tem mudado a rotina das pessoas de todo o mundo de maneira inesperada e deve gerar consequências mesmo após o controle do novo Coronavírus. Quanto maior o evento, maior podem ser as suas decorrências. O confinamento social, essencial para o controle da pandemia, além do alto contágio do vírus e os óbitos causados pela doença devem gerar sequelas, principalmente, psicológicas, como as fobias.
    Segundo o psiquiatra Luiz Vicente Figueira de Mello, do Hospital das Clínicas da FMUSP, em entrevista para o portal Catraca Livre, as três principais sequelas devem ser:
     
    - Fobia de doença
    De acordo com o especialista, também é conhecida como a fobia do contágio. É o medo que a pessoa passa a ter de pegar uma doença e morrer, o que gera crises de ansiedade e ataques de pânico. Pode gerar sintomas físicos também, como cãibra, desconforto abdominal, sudorese e palpitação. O diagnóstico é clínico e o tratamento pode ser feito por meio de um relacionamento de confiança com o médico, ou mesmo com acompanhamento psiquiátrico.
     
    - Crises de Pânico
    A síndrome do pânico é um transtorno de ansiedade que é comum aparecer em pessoas que passaram por situações com ataque de medo ou pânico repentinos.  Além das crises de ansiedade, os sintomas físicos são semelhantes aos de um ataque cardíaco, como sudorese, sensação de dormência, dor no peito, além de calafrios, tremores, entre outros. É preciso um acompanhamento próximo ao médico e ao psiquiatra para um tratamento efetivo, que pode ser extenso.
     
    - Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)
    Bastante conhecido pelas pessoas, o famoso TOC é também um distúrbio psiquiátrico de ansiedade, caracterizado por crises recorrentes de compulsões que se tornam obsessivas no dia a dia das pessoas. Com a pandemia, todos passamos a ter atitudes repetitivas diárias, como lavar as mãos diversas vezes ao dia, passar álcool em gel nas mãos constantemente, limpar com mais frequência produtos, sacolas e itens que trazemos para dentro de casa, entre outras ações. Essa série de ações, aliadas ao trauma de uma pandemia dessa magnitude, pode desencadear o TOC em muitas pessoas. O diagnóstico também é clínico e o tratamento pode ser tanto via terapia cognitivo-comportamental quanto com medicamentos, em determinados casos.

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  4. Abril Azul: Autismo e inclusão social em tempos de Coronavírus

    Segundo a Organização Mundial da Saúde, uma em cada 160 crianças no mundo tem o Transtorno do Espectro Autista (TEA), o que conhecemos mais popularmente como autismo.  A campanha Abril Azul foi criada com o intuito de trazer mais visibilidade ao tema. O autismo é um problema psiquiátrico que pode dar sinais já nos primeiros meses de vida, mas costuma ser identificado em crianças entre 1 e 3 anos. O desenvolvimento físico da pessoa com autismo não é afetado em nada pela sua condição psiquiátrica. No entanto, o autista tem dificuldade em se comunicar e em firmar relações sociais ou afetivas.

    Mesmo não estando no grupo de risco da Covid-19, esta nova doença traz grande preocupação para os pais de crianças autistas pela principal forma de prevenção: o isolamento social em casa. Além de prejudicar na inclusão social dessas crianças, elas precisam manter uma rotina, pois é um fator que as acalma. Por isso é preciso ter muita calma e compreensão nesse período, pois as pessoas com TEA devem ficar mais agressivas, irritadas e impacientes. Durante a quarentena, é preciso estabelecer uma nova rotina em casa, conferindo previsibilidade aos acontecimentos do dia e tentar manter algumas das atividades que já faziam parte da rotina anterior, como atividades escolares, por exemplo.

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  5. O mal da depressão

    Finalizando o mês da saúde mental, um mal que vem assolando cada vez mais pessoas e já faz parte do dia a dia de grande parte dos brasileiros. A depressão é uma doença grave, que leva o indivíduo a consequências ainda piores. Segundo a Organização Mundial da Saúde, 5,8% dos brasileiros sofrem de depressão, ou seja, cerca de 12 milhões de pessoas, tornando-se assim a maior taxa de uma população depressiva encontrada na América Latina e a segunda em todas as Américas, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. A pesquisa estima ainda que uma parcela da população no Brasil, entre 20% e 25%, tem, teve ou ainda terá depressão, o que a torna a doença mental mais recorrente em todo o país.

    Entre as causas estão a genética, a bioquímica cerebral (pode ser decorrente de uma deficiência nos neurotransmissores), e eventos traumáticos ou estressantes. O depressivo apresenta uma constante sensação de tristeza, de culpa e constantemente se autodesvaloriza, podendo manifestar ainda insônia, falta de energia e até sintomas físicos, como cansaço, mal estar e dor no peito.

    É preciso ficar atento aos sintomas para si e para pessoas a sua volta, e procurar um médico, pois o diagnóstico da depressão é clínico. A melhor maneira para se prevenir é buscando um estilo de vida saudável e combatendo o estresse do dia a dia.

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  6. Psicossomáticas: a pele e a saúde mental

    As doenças psicossomáticas são muito mais comuns no dia a dia das pessoas do que se possa imaginar. Elas apresentam como sintomas algumas alterações físicas sem uma causa específica identificada por exames, pois, geralmente, são originadas por desequilíbrios emocionais e mentais. A pele é um dos órgãos que mais sofre com esse distúrbio, uma vez que pode desencadear lesões, coceiras, formigamentos e alergias. As doenças psicossomáticas podem agravar ainda outras enfermidades relacionadas à pele, como o vitiligo, psoríase, quedas de cabelo, acne, entre outras.

    Traumas, ansiedade, depressão, situações de violência (seja física ou psicológica), trabalho em excesso e desilusões amorosas são algumas das principais causas dos distúrbios psicossomáticos.

    O tratamento é realizado com acompanhamento psicológico e psiquiátrico, por se tratar de um mal de cunho emocional. Fique atento aos sintomas! Se quiser excluir algumas possibilidades antes de recorrer ao tratamento psicológico, o site www.kayoah.com possui uma triagem on-line, que auxilia na identificação de problemas variados de pele e indica opções para amenizar e tratar alguns desses problemas. É possível acessar o site e selecionar o menu “Triagem On-Line”. O portal, no entanto, não substitui a consulta médica, por isso é preciso atenção aos sintomas e nunca descartar a ida ao médico.

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  7. Janeiro Branco e os cuidados com a saúde mental

    O primeiro mês do ano já começa com uma campanha de extrema importância: o Janeiro Branco, que busca promover a conscientização sobre os cuidados com a saúde mental. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), só a depressão já afeta mais de 322 milhões de pessoas em todo o planeta, das quais 11,5 milhões são brasileiros. A OMS divulgou ainda que 264 milhões de pessoas têm transtornos de ansiedade em todo o mundo, 18,6 milhões só no Brasil. Devido a esses números alarmantes quem vêm crescendo com o passar dos anos, o projeto do Janeiro Branco foi idealizado em 2014, e propõe uma reflexão pessoal sobre a qualidade dos relacionamentos de cada pessoa e o quanto cada um conhece sobre si mesmo. A campanha acontece logo no início do ano para incetivar as pessoas a começarem novos ciclos mais sadios, tanto emocional quanto mentalmente.

    Aproveite o começo de 2020 e reflita sobre o tudo que aconteceu com você no ano passado. Promova e dê continuidade em tudo que lhe fez bem. Finalize e deixe para trás tudo o que trouxe desgosto e fez mal a você. Comece 2020 com o pé direito! Um ótimo ano novo, com mente e corpo sãos, a todos.

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